terça-feira, 23 de agosto de 2011

Zip

Abro-me ao obscuro processo de abrir......

Tempo já sem tempo, lugar sem lugar................

Não sei mais o que pesar, o que relutar......

Sei que aqui seguirei agora, trabalhando.........

o outro lado, cada folha, cada cheiro.

Ah que cheiro bom, cheiro de madeira velha...............

Velho do jeito que gosto e que há muito não sinto esse odor...

O tempo é preciso mencionar. Outro ritmo, outro bater, outro soar

Aqui abro-me......aqui abram-me

...a janela que mostra o obscuro....está aqui!

Reflete, ou melhor, permite o olhar...

É o que realmente pertence..